Durante evento realizado no Brasil, Ana Oliveira, diretora-sênior do escritório de inteligência artificial da Dell Technologies Brasil, destacou a crescente velocidade da obsolescência das habilidades técnicas, que atualmente têm uma meia-vida média de 18 a 36 meses. Esse fenômeno exige que profissionais e empresas se adaptem rapidamente para acompanhar as inovações tecnológicas.

A Dell ressaltou a importância da adoção da IA agêntica, que automatiza tarefas e libera profissionais para atividades mais complexas e estratégicas, aumentando a produtividade e a eficiência. No setor público, por exemplo, a automatização de 22% da carga de trabalho permitiu que procuradores se dediquem a casos mais relevantes.

Especialistas também apontam que o Brasil enfrenta desafios na construção do novo mundo pós-smartphone, com pouca produção local de tecnologias emergentes. Parcerias estratégicas com empresas como Google, IBM, Salesforce, Huawei e Oracle são essenciais para superar essas lacunas e garantir a continuidade dos serviços tecnológicos.

O presidente da Prod, Roberto Reis, enfatizou que a continuidade da prestação de serviços é uma preocupação central, especialmente diante das rápidas mudanças tecnológicas. O ministro das Comunicações, Frederico Siqueira Filho, também destacou a necessidade de infraestrutura adequada para suportar o crescimento da IA no país.

Esses insights indicam que o Brasil precisa investir em capacitação contínua e infraestrutura para não ficar para trás na revolução tecnológica impulsionada pela inteligência artificial.

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