Wall Street reage com espanto ao tamanho do cheque em branco que a Apple emitiu para o Google: um contrato de IA que pode ultrapassar US$ 5 bilhões. Essa parceria reforça a dependência da Maçã em tecnologias externas para não ficar para trás na era da inteligência artificial generativa.Gene Munster, analista da Deepwater Asset Management, estima que o negócio renderá bilhões à Alphabet via computação em nuvem, integrando Gemini aos Foundation Models da Apple. A justificativa oficial é que o Gemini oferece a ‘base mais capaz’, superando limitações internas da Siri atual. Isso ocorre meses após parceria com OpenAI para ChatGPT, agora sob risco de obsolescência.[5]No Brasil, investidores monitoram como isso afeta o ecossistema Android-iOS, com maior interoperabilidade prevista para 2026. Consumidores de iPhones esperam Siri mais fluida, mas o alto custo questiona sustentabilidade de investimentos em IA, ecoando perdas recentes de US$ 1 trilhão em valor de mercado das big techs.Futuramente, o acordo pavimenta caminho para uma Siri 2.0 em 2026, com lançamento gradual ao longo do ano e full integration em 2027. Pode acelerar tendências de consolidação na IA, beneficiando Google como provedor global e forçando rivais como Microsoft e OpenAI a inovarem mais rápido.[2][5]

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