O governo federal destinou R$ 1,4 bilhão ao Instituto Butantan para construir duas novas fábricas e modernizar outras, focando em biotecnologia avançada. Essa injeção reforça a produção nacional de vacinas essenciais.[5][9]Destaque para a plataforma de RNA mensageiro (mRNA), com R$ 76 milhões, permitindo respostas rápidas a pandemias. O Brasil produzirá IFA para vacinas DTPa e HPV, reduzindo dependência externa e otimizando custos no SUS.[5]O impacto é profundo: maior soberania em saúde pública, beneficiando 215 milhões de brasileiros com imunizantes ágeis e acessíveis. Parcerias de Desenvolvimento Produtivo dominam o ciclo completo de tecnologias.[9]Futuramente, o Butantan se consolida como polo global de inovação SUS, integrando IA e automação em saúde, alinhado às tendências de biotecnologia de gigantes como Pfizer e Moderna.[5]

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