A Apple surpreendeu o mercado com o lançamento global do AirTag de segunda geração, e agora o Brasil entra na jogada graças à homologação da Anatel. Anunciado em janeiro de 2026, o dispositivo chega com melhorias significativas em conectividade e localização, prometendo facilitar a vida de quem sempre perde chaves, carteiras ou malas.O novo AirTag incorpora o chip de banda ultralarga U2 de segunda geração, igual ao usado no iPhone 17 e Apple Watch Ultra 3. Isso amplia o alcance da Busca Precisa em até 50%, permitindo guias visuais, táteis e sonoros mais precisos. O alto-falante é 50% mais potente, e o design mantém o tamanho compacto: 31,9 mm de diâmetro, 8 mm de espessura e apenas 11,8 gramas. Bateria CR2032 substituível e resistência IP67 completam as specs técnicas.[1][2][4]Para usuários brasileiros, a novidade é especialmente bem-vinda em um país de dimensões continentais, onde perder itens em viagens ou no dia a dia é comum. A integração com iOS 26 e iPadOS 26 exige iPhone 15 ou posterior para o melhor desempenho, e a rede global do app Buscar garante privacidade com criptografia. Preços partem de R$ 369 no site da Apple Brasil, com opções de personalização gratuita.[2][5]O impacto vai além do consumidor: reforça a liderança da Apple em wearables e IoT no Brasil, competindo com rastreadores como Tile. Analistas preveem alta adoção em 2026, impulsionando vendas de acessórios.Olhando adiante, a Apple pode expandir o ecossistema com mais dispositivos U2, integrando AirTag a carros elétricos ou smart homes. No Brasil, espere disponibilidade plena nas Apple Stores em breve, com atualizações no watchOS 26.2.1.[1][3]

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