Em meio a uma crise global de componentes eletrônicos, a Apple revela plano ousado para 2026: lançar só iPhones premium, como Pro, Pro Max e o aguardado dobrável. O modelo base do iPhone 18 fica para 2027, priorizando rentabilidade em tempos turbulentos.Fontes ligadas ao Nikkei Ásia confirmam que a mudança evita gargalos na cadeia de suprimentos, afetada por escassez de memórias e chips. Tim Cook já alertara sobre impactos potenciais, e essa tática concentra esforços em inovações de alto valor, como telas dobráveis e câmeras avançadas.Para o consumidor brasileiro, isso eleva o ticket médio, mas garante dispositivos premium com melhor performance e suporte longo. No mercado local, onde iPhones dominam o segmento aspiracional, a estratégia pode impulsionar margens, mas desafia a acessibilidade em um país sensível a preços.À frente, a Apple testa o iPhone Air ultrafino e acelera o dobrável para competir com Samsung. Essa guinada sinaliza tendência de mercado: premiumização para sustentar lucros, com possível reflexo em rivais globais e oportunidades para montadoras locais como Foxconn no Brasil.

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