Regulamentação das Big Techs no Brasil Pode Ser Adiada para 2026 em Ano Eleitoral

O projeto de lei para regulamentar Big Techs como Google, Apple, Microsoft e Meta travou no Congresso e pode ficar para 2026, coincidindo com eleições. Sem consenso entre governo e oposição, a Justiça Eleitoral pode impor regras via resoluções.[2]A proposta governista visa combater monopólios, questionando vendas casadas no Android e exigindo escritórios locais no Brasil, com multas de até R$ 20 mil diárias. Pilares incluem maior transparência em algoritmos e competitividade no mercado digital.[2]Críticas das empresas e oposição, como deputada Caroline de Toni, alegam riscos à liberdade de expressão e inovação. Argumentam que o Pix prova mercado aberto, e regulação excessiva limitaria redes sociais e serviços essenciais.[2]Com urgência pedida pelo governo, mas sem avanço, o cenário aponta para decisões eleitorais em 2026. Isso pode moldar o ecossistema tech no Brasil, equilibrando inovação com proteção ao consumidor e democracia digital.[2]

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