A Apple reportou lucros trimestrais recordes de US$ 42 bilhões, crescimento de 16% anual, impulsionados pelas vendas excepcionais do iPhone 17 e modelos Pro. A receita totalizou US$ 143,756 bilhões, com o iPhone sozinho gerando US$ 85,269 bilhões, recorde histórico.[5]O CEO Tim Cook destacou demanda ‘sem precedentes’ em todas as regiões, atribuindo o sucesso a câmeras avançadas, leveza e desempenho superior. Serviços como App Store e iCloud atingiram US$ 30 bilhões, enquanto mais de 2,5 bilhões de dispositivos Apple estão ativos globalmente.[5]Apesar do otimismo, Cook admitiu preocupações para 2026 devido à alta nos preços de memória RAM, disputada por empresas de IA. Esse aumento pode elevar custos de produção e impactar margens, em um ano já marcado por tarifas comerciais nos EUA.[5]Olhando adiante, a Apple foca em inovação para manter liderança, mas analistas veem 2026 como pivotal. Com ações em sequência de perdas recente, o crescimento acelerado de vendas será crucial para recuperar ímpeto e enfrentar concorrência em IA e hardware.[4][5]

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