A Microsoft lançou atualizações em suas soluções de cibersegurança impulsionadas por IA, diretamente respondendo ao recente ataque hacker ao Banco do Nordeste, que suspendeu o Pix. A ManageEngine, parceira da gigante, prevê que IA e segurança sejam pilares para empresas em 2026[2].Detalhes revelam algoritmos que detectam anomalias em tempo real, protegendo contas-bolsão e transações digitais. No Brasil, onde o Pix domina pagamentos, investimentos em TI cresceram 25% no último ano, mas vulnerabilidades persistem em provedores terceirizados[7].O impacto no setor financeiro é profundo: instituições evitam perdas bilionárias e ganham confiança dos usuários. Regulamentações do Banco Central apertam regras para TI, alinhando-se às ferramentas da Microsoft para governança e ROI mensurável[2].Para o futuro, especialistas anteveem automação low-code combinada com IA, reduzindo escassez de talentos. O Brasil pode liderar finanças programáveis com Pix e Open Finance, mas precisa de soberania de dados via LGPD para competir globalmente.

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