O governo brasileiro, por meio do Ministério da Saúde, anunciou investimentos em uma rede nacional de hospitais inteligentes a partir de 2026, com apoio do Banco dos BRICS e instituições como USP e Hospital das Clínicas. A iniciativa visa integrar tecnologia avançada ao SUS para atendimento mais eficiente.Exemplos concretos incluem IA que analisa prescrições em tempo real, cruzando dados de prontuários e exames para prevenir riscos, e a primeira telecirurgia robótica não experimental da América Latina, realizada recentemente, que democratiza cirurgias complexas em áreas remotas.O impacto no mercado de saúde é transformador: redução de erros médicos, otimização de recursos e humanização do cuidado. Hospitais privados já adotam essas ferramentas, gerando economia e segurança, o que pressiona o setor público a inovar para atender milhões de brasileiros.Olhando adiante, o projeto pode expandir para formação médica remota e integração com wearables, alinhando o Brasil a modelos internacionais e fomentando startups em healthtech.

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