O setor de inteligência artificial entra em 2026 com fragmentação acentuada, opondo monetizadores de IA a fabricantes de hardware como Nvidia. Após volatilidade em 2025, com fusões e altas avaliações, o mercado reacende debates sobre bolha tecnológica.[4]Empresas focadas em capturar receitas de IA generativa competem com produtores de chips e data centers. Riscos crescem para firmas sem lucros, como as de computação quântica, guiadas por otimismo excessivo. No Brasil, isso impacta investimentos em tech, com saúde e tecnologia como setores promissores.[6]Essa divisão pode democratizar a IA, permitindo que startups brasileiras acessem ferramentas sem depender de gigantes. No entanto, o FMI alerta para concentrações em poucos players, ameaçando ganhos de produtividade globais e locais se expectativas não se confirmarem.[3]Futuramente, tendências apontam para plataformas nativas de IA e XR em treinamentos corporativos, acelerando o Brasil. Líderes empresariais preparam-se para agentes autônomos que automatizam workflows inteiros.[8]

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