Em comunicado conjunto, Apple e Google confirmaram que os modelos Gemini e a infraestrutura em nuvem do Google formarão a espinha dorsal dos próximos Apple Foundation Models, turbinando a Siri personalizada a partir deste ano. Essa união estratégica chega após meses de rumores e testes exaustivos.Detalhes técnicos revelam que parte das funções da Siri, como sumarização e planejamento, usará o Gemini customizado de 1,2 trilhão de parâmetros, executado nos servidores da Apple para garantir privacidade. Diferente da integração limitada com ChatGPT em 2024, essa é uma dependência mais profunda, mas controlada.Para o ecossistema Apple, o impacto é transformador: conversas mais naturais, awareness contextual e personalização elevarão a usabilidade diária em iPhones e Macs. No Brasil, onde a privacidade de dados é tema quente, a ênfase no processamento on-device alivia preocupações regulatórias.Mercado reage com otimismo, vendo a Apple recuperando terreno perdido para rivais como Google e Nvidia na IA generativa. No entanto, o acordo ocorre em meio a processos antitruste contra o Google, que pagou bilhões à Apple por ser motor de busca padrão.Futuramente, atualizações do iOS em 2026 trarão essas novidades, potencializando tendências como assistentes proativos. Essa parceria pode redefinir padrões de IA em dispositivos móveis globalmente, beneficiando desenvolvedores brasileiros de apps integrados.

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