A Apple anunciou uma parceria estratégica com o Google para integrar o modelo de IA Gemini à Siri, marcando um turning point na corrida pela inteligência artificial. Esse acordo plurianual, avaliado em até US$ 5 bilhões, chega em momento crítico, com a Apple buscando recuperar terreno após ser ultrapassada em valor de mercado pela Alphabet.Detalhes do pacto revelam que a tecnologia Gemini servirá de base para os Apple Foundation Models, impulsionando recursos avançados no iOS, macOS e Apple Intelligence. A integração começa em 2026, com atualizações como iOS 26.4 previstas para março ou abril, permitindo comandos complexos, compreensão contextual e automação superior. A Apple pagará cerca de US$ 1 bilhão anuais pelo acesso à nuvem do Google, evitando investimentos massivos em infraestrutura própria.[1][2][3]Para o mercado brasileiro, isso significa assistentes virtuais mais inteligentes em iPhones e Macs, competindo diretamente com soluções locais de IA. Usuários ganharão experiências personalizadas, mas levantam preocupações sobre privacidade e dependência de big techs estrangeiras, especialmente com debates sobre taxação no Congresso.Olhando adiante, a parceria pode redefinir alianças na IA, sinalizando que colaboração supera rivalidade. A Siri turbinada deve estrear ainda em 2026, enquanto Apple planeja expansões para 2027, potencializando inovações em dispositivos como iPhone 17. Analistas preveem impacto global, com Google consolidando liderança em IA generativa.[4][5]

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