As gigantes da tecnologia enfrentaram uma semana turbulenta em Wall Street, com perda coletiva de mais de US$ 1 trilhão em valor de mercado. O gatilho foram os relatórios financeiros revelando investimentos agressivos em inteligência artificial, totalizando cerca de US$ 660 bilhões só em 2026 – valor superior ao PIB de países como Emirados Árabes.[5]Microsoft, Nvidia, Oracle, Meta, Amazon e Alphabet viram suas ações despencarem, enquanto investidores questionam o retorno desses gastos massivos em data centers e chips de IA. No Brasil, o impacto é direto: empresas dependentes dessas tecnologias temem volatilidade nos custos de nuvem e infraestrutura.[5]Enquanto rivais sangram, a Apple se destaca com alta de 7% nas ações, graças à demanda ‘impressionante’ pelo iPhone 17, conforme Tim Cook. Essa estratégia cautelosa em IA contrasta com a corrida desenfreada das concorrentes, aliviando pressões de curto prazo.[5]Para o mercado brasileiro, a bolha da IA reacende debates sobre dependência de big techs. Com gastos equivalentes a quase o dobro do investido em 2025 pelo Google (US$ 175-185 bi), o risco de estouro pode elevar preços de serviços e frear inovação local.[2][5][6]Olhando adiante, analistas preveem consolidação: sobreviventes da corrida armamentista da IA dominarão, mas com regulação iminente no Brasil via TSE em 2026. Empresas nacionais devem diversificar provedores para mitigar riscos.[3][5]

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