A CES 2026, maior feira de tecnologia do mundo, foi dominada por robôs e avanços em inteligência artificial, com gigantes como Nvidia, Intel e Samsung apresentando vislumbres do futuro.[4]Executivos destacaram inovações práticas, apesar de críticas sobre bolhas especulativas na IA. A Nvidia anunciou a próxima versão de sua plataforma de computação para data centers, essencial para tarefas pesadas de IA, com lançamento previsto para o segundo semestre de 2026. Isso reforça sua liderança em hardware para treinamento de modelos generativos.[4]No evento, empresas exploram o ‘pós-smartphone’, apostando em wearables com IA, como joias da startup Nirva, anel Index 01 da Pebble e pulseira da Bee, agora da Amazon. Esses dispositivos captam voz e dados pessoais para insights rápidos, mas levantam debates sobre privacidade de dados no Brasil e mundo.[4]Para o mercado brasileiro, essa convergência acelera a adoção de robótica em indústrias, com potencial para criar empregos em engenharia de IA – cargo que cresceu 48% no país, segundo LinkedIn.[3] Empresas locais podem integrar essas techs para eficiência operacional.Olhando adiante, 2026 promete integração total de IA em fluxos de trabalho, com agentes autônomos e plataformas nativas mudando o desenvolvimento de software. No Brasil, tendências apontam para automação em bancos e e-commerce, impulsionando o PIB tech.[1]

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