Carros elétricos acessíveis para a classe média despontam como a maior novidade tech no Brasil em 2026, após anos de preços proibitivos, tornando a mobilidade sustentável viável para milhões.[7]Montadoras planejam modelos com baterias mais eficientes e custos reduzidos via produção local, integrando IA para navegação autônoma e otimização de energia – alinhado a plataformas como as da Nvidia para veículos.[7]No contexto nacional, isso pressiona o mercado automotivo tradicional, com incentivos fiscais e infraestrutura de recarga expandindo em capitais. Usuários ganham economia em combustível e manutenção, além de redução de emissões em cidades poluídas como SP e RJ.[7]O impacto se estende à economia: criação de empregos em fábricas de baterias e software embarcado, conectando-se ao crescimento de engenheiros de IA. Tendências globais, vistas na CES, aceleram essa adoção com robótica veicular.[4][3]Futuramente, convergência de IA, 5G e energia renovável pavimentará era de frotas autônomas no Brasil, com metas de neutralidade de carbono até 2050 impulsionadas por políticas do MCTI.[1]

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