Apple mira IA generativa no iOS 19 e em chips próprios para não depender de rivais

A Apple entrou em 2026 acelerando seus planos de inteligência artificial generativa, preparando mudanças profundas no iOS 19 e em futuros Macs. A empresa vem ajustando sua estratégia para depender menos de parcerias externas e reforçar modelos de IA rodando diretamente em chips próprios, como a linha M e A.Nos bastidores, relatos indicam que a Apple está testando versões internas do iOS com recursos de assistente mais proativo, geração de texto e imagens, além de automações inteligentes integradas a apps nativos. A aposta é combinar processamento local com serviços em nuvem, evitando vazamento de dados sensíveis e reduzindo a dependência de infraestrutura de terceiros.Ao mesmo tempo, a companhia intensifica o desenvolvimento de novos chips com unidades dedicadas de IA, capazes de executar modelos mais pesados sem drenar bateria. Isso dialoga com o histórico da Apple de integrar hardware e software, tentando garantir que recursos avançados de IA funcionem de forma fluida, sem a sensação de produto em teste que muitos usuários percebem em rivais.Para o mercado, o movimento é crucial: Google e Microsoft já ocupam espaço de destaque em IA generativa, e a Apple corre o risco de ser vista como retardatária. Ao focar em privacidade e experiências refinadas no iPhone, no iPad e no macOS, a empresa busca se diferenciar, mesmo chegando mais tarde na corrida.Nos próximos meses, analistas esperam anúncios mais concretos em eventos de desenvolvedores, com ferramentas para que apps de terceiros aproveitem os novos modelos. Se conseguir entregar IA potente, discreta e integrada ao ecossistema, a Apple pode transformar o iPhone em um hub pessoal de automação e produtividade, reposicionando-se na disputa global pela liderança em inteligência artificial.

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