O projeto de lei para regular Big Techs como Google, Meta, Apple e Microsoft parou no Congresso Nacional, sem consenso entre governo e oposição. Com 2026 sendo ano eleitoral, a decisão pode cair no colo do TSE, afetando o mercado digital brasileiro.A proposta do governo Lula visa combater monopólios, exigindo escritórios locais, multas de até R$ 20 mil diários e fim de vendas casadas, como apps pré-instalados no Android. Oposição, como deputada Caroline de Toni, critica por ameaçar liberdade de expressão nas redes sociais.No Brasil, isso impacta usuários e empresas dependentes de serviços como Google e Apple. Gigantes argumentam que o Pix prova um mercado competitivo, mas o impasse pode elevar custos e limitar inovações em streaming e IA para consumidores locais.Para o futuro, resoluções eleitorais do TSE devem ditar regras temporárias. Tendências apontam para maior escrutínio global, forçando adaptações que equilibram inovação e proteção ao usuário brasileiro.[1]

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