O governo federal enfrenta resistência no Congresso para aprovar a regulamentação das Big Techs, como Google, Meta, Apple e Microsoft. Sem consenso entre base aliada e oposição, o projeto deve ficar para 2026, abrindo espaço para o TSE ditar regras durante as eleições.A proposta visa combater monopólios digitais no Brasil, questionando práticas como venda casada de serviços no Android, com apps do Google pré-instalados. Inclui pilares como exigência de presença física local e multas diárias de até R$ 20 mil por descumprimento.Gigantes da tecnologia e oposicionistas criticam a medida, alegando risco à liberdade de expressão e inovação. Elas citam o Pix como prova de mercado competitivo. O governo pediu urgência com apoio de centro-direita, mas embates políticos travaram o avanço.[1]Para o mercado brasileiro, isso significa continuidade de domínio sem freios imediatos, afetando usuários com menos opções e concorrência. Consumidores de redes sociais e dispositivos podem sentir impacto indireto na qualidade de serviços.À frente, o ano eleitoral de 2026 deve priorizar resoluções do TSE sobre moderação de conteúdo. Tendência aponta para regulação fragmentada, influenciando investimentos e estratégias das Big Techs no país.

Deixe um comentário