Vendas de elétricos no Brasil batem recorde e aceleram produção local

O mercado brasileiro de veículos eletrificados atingiu novo marco: 2025 deve encerrar com o maior volume de emplacamentos da história, superando 190 mil unidades até novembro e ultrapassando o total de 2024, segundo a ABVE, o que sinaliza forte adoção do setor automotivo elétrico no país.[1]A expansão não vem só das vendas: fabricantes já investem em fábricas nacionais — BYD em Camaçari e GWM em Iracemápolis — e novas linhas da Leapmotor e Geely foram anunciadas para 2026, apontando para maior oferta local e redução de custos logísticos e de importação.[1]Esse crescimento é acompanhado por mudança no mix de produtos: modelos de entrada mais acessíveis, como o BYD Dolphin Mini e o recém-chegado Geely EX2, lideram emplacamentos e ajudam a popularizar os elétricos entre consumidores urbanos, enquanto híbridos continuam presentes como alternativa de transição.[3][2]No plano macro, a tendência favorece infraestrutura e cadeia local: expectativa de atingir 600 mil unidades na frota e movimentação de investimentos em produção devem pressionar por expansão da rede de carregamento e políticas públicas de apoio, além de estimular competição de preços e inovação tecnológica no país.[1]A curto prazo, fabricantes focam em escalar produção e modelos populares para manter ritmo de vendas; a médio prazo, especialistas apontam que queda no custo de baterias e aumento da oferta de carregadores rápidos serão decisivos para consolidar a mobilidade elétrica nas grandes cidades brasileiras.[2]Fontes e dados atualizados mostram que 2025 se firmou como ano de virada para a eletromobilidade nacional, mas desafios de infraestrutura e políticas públicas permanecem críticos para transformar crescimento em adoção massiva e sustentável.[1][2]

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