A Apple passa por sua maior reestruturação executiva em décadas, marcada pela saída do chefe de inteligência artificial, John Giannandrea, após sete anos no cargo. Essa mudança ocorre em meio a atrasos significativos na evolução da Siri e da plataforma Apple Intelligence, que prometiam recursos avançados de IA generativa.A empresa adiou para 2026 o lançamento de uma Siri mais inteligente e integrada, enquanto tenta compensar deficiências com parcerias, como a integração do ChatGPT da OpenAI, que ainda apresenta experiência limitada para os usuários.Essa debandada expõe desafios da Apple para acompanhar concorrentes que avançam rapidamente em IA, como Google e Meta. Além disso, a saída de outros executivos-chave reforça a percepção de que a empresa precisa acelerar sua inovação para manter a liderança tecnológica.Analistas apontam que a Apple deve intensificar esforços para desenvolver internamente seus modelos de IA e recuperar terreno, com foco em novos produtos e funcionalidades que possam revitalizar sua posição no mercado.

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